segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Saudade da minha terra


Surtos fônicos em minha cabeça. Sabe como é dormir no Centro – Oeste do País e acordar no Sudeste?



Eu acostumado com as gírias caipiras, o modo simples de falar. Deparei-me com a modernidade jeito esse que não quero aprender a gostar.


Ontem eu sentei em lugar desses badalados deste lugar. Só pra descontrair peguei o microfone de um karaokê exposto no bar, escolhi uma moda, que é oriunda da minha cidade natal. Cantei, não sei se agradei, mas me diverti muito com aquela situação.


Apesar de tudo de moderno, bonito e turístico deste lugar, senti saudade da minha terra, da brisa do vento, da beleza das mulheres da minha cidade maravilhosa,Goiânia.


Vim parar aqui por força das circunstâncias. Estou aqui por tempo indeterminado. Um dia eu volto a viver naquele lugar agradável, como o solo árido que é nacionalmente conhecido como cerrado.


Renato Garcia


(e-mail para contato: renatogarcia.jornalismo@gmail.com  )

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Lembranças, Perfume e Autoridade


Existem momentos na vida que precisamos ouvir o que não gostaríamos de ouvir pra podermos seguir outros caminhos.



Como insistir ou cobrar algo de alguém sem que você seja confundido como um simples maluco?


Tomar atitudes precipitadas é algo que sempre acontece, mas precisamos evitar. Pois é em um momento de vacilo que perdemos grandes oportunidades adquiridas.


Sabe aquele perfume marcante. Que mesmo usado por outra pessoa te dá calafrio e junto com ele trás boas lembranças do passado. Confesso pra você que senti essa sensação passando ao lado de uma linda mulher em um shopping essa semana.


Tem dias que vem sua lembrança e me bate uma saudade tamanha de você. Só agora me dei conta que eu não sou quem você almeja pra sua vida, já me conformei com essa realidade. Peço desculpas por todas as lembranças ruins que restaram e te agradeço também pelos bons momentos que passamos juntos.


E aquelas pessoas que sempre te julgam sem nem ter conversado contigo um minuto sequer. Dizem coisas absurdas e levantam uma má imagem sobre sua pessoa.


O importante é você impor autoridade sobre sua pessoa. Pois afinal não peça que ninguém goste de você, apenas peça para que te respeitem. Gosto é gosto e não se discute, mas respeito é essencial.



Renato Garcia
(E-mail para contato: renatogarcia.jornalismo@gmail.com )

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Já Perdi...




Em casa esses dias parado pensando em todas as apostas que fiz na minha vida, cheguei a conclusão e comecei a escrever algumas coisas que já perdi nesse curto espaço de tempo que sobrevivo nessa superfície terrestre.

Já perdi um pé do par da meia;
Já perdi grandes amizades;


Já perdi diversas vezes na loteria;


Já perdi o apoio da família em algumas atitudes;


Já perdi grandes romances;


Já perdi a chave de casa;

Já perdi um documento importante;


Já perdi aquela prova ferrada;


Já perdi um ano na escola;

Já perdi grandes amigos pela força do tempo;


Já perdi algumas partidas de futebol;

Já perdi uma partida de sinuca, baralho, jogo de palito;

Já perdi meu voto diversas vezes;

Já perdi o copo da minha bebida preferida;

Já perdi dinheiro;

Já perdi o emprego;

Já perdi você de vista;


Já perdi minha bicicleta;

Já perdi a minha credibilidade;

Já perdi o meu juízo;

Já me perdi no caminho;

Já perdi a melhor festa;

Já me perdi na hora da fala;

Já perdi uma matéria importante na faculdade;

Já perdi aquela carona importante;

Nossa cansei, já perdi tanta coisa que perdi até a vontade de escrever. Mas ganhei a corragem de assumir que já perdi tantas vezes no jogo da vida!

Renato Garcia
(e-mail para contato: renatogarcia.jornalismo@gmail.com )

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

O incrível é saber...



A cada ano que passa sou âncora de situações conturbadas que ligam e cruzam essa minha vida cheias de episódios inéditos e engraçados.


Por muita das vezes participei de cenas que pra sempre irão ficar gravadas. Como tombos, às vezes que me saí melhor de certas situações e aquela vez que entrei pra ajudar te ajudar e levei a pior parte da conseqüência.


Nessa semana, conversando com alguém criado e acostumado com o submundo de uma cidade grande como Goiânia ouvi relatos de brutalidades. Mas pra um bom entendedor uma palavra basta, captei a mensagem e escrevi mais um capítulo do livro que conta parte da minha vida.


Essa noite meu telefone não parou de tocar um só segundo, quando eu olho na bina, vejo o nome de alguém que eu tentei aprender a amar e que agora me cobra o mínimo de atenção e carinho.


Recebi uma notícia nos últimos dias que me deixou um pouco atordoado, mas sigo conformado por saber que as coisas acontecem realmente como devem ser. Afinal aqueles que sempre bancam o espertalhão no fim pagam um preço caro demais.


O incrível é saber que ao mesmo tempo em que você se sente sozinho, você despreza aquelas que realmente querem te acompanhar. Você pode até me julgar, mas vai que o meu desejo é ser sempre livre como um pássaro!

Renato Garcia

(e-mail para contato: renatogarcia.jornalismo@gmail.com )

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Cotidianos da vida remetida as viagens do tempo

Existem dias que nada vai bem, outros que tudo anda conforme o ritmo planejado. Como entender a capacidade de manipular que as pessoas têm? Como reconhecer os erros que cometemos sem carregarmos o medo de ser recriminados ou mal interpretados? São tantas perguntas que procuramos respostas, são tantas respostas que procuramos perguntas.

“Vamos visitar, a estrela da manhã raiada, que pensei perdida, pela madrugada, mas que vai escondida querendo brincar” (...)



O ser humano tem por extinto se dar bem, sem se preocupar com os problemas que isso pode causar há uma pessoa, há uma família, há uma cidade. Temos fantasias materiais que se afloram a cada instante em pequenos comentários.



Oh! Tristeza me desculpe estou de malas prontas. Hoje a poesia veio ao meu encontro, já raiou o dia, vamos viajar” (...)



Sentir – se bem, sem que seja preciso humilhar, discordar, passar por cima de alguém. Irremos de carona, sem dinheiro, mas levaremos na bagagem a dignidade de sermos pessoas de bem!



“Vamos indo de carona, na garupa leve do vento mácio. Que vem caminhando desde muito longe, lá do fim do mar.” (...)



Agradar e manter o respeito é como sentar-se em um fim de tarde e observar as belezas naturais da mudança do tempo, da transação da penumbra que trasfere a tarde para noite.



“Senta nessa nuvem clara, minha poesia. Anda se prepara, traz uma cantiga, vamos espalhando música no ar.” (...)



Veja a harmonia, o brilho da natureza as formigas companheiras, as gaivotas abrilhantando o infinito do ceú.



“Olha quantas aves brancas, minha poesia, danças nossa valsa, pelo ceú que o dia faz todo bordado de raio de sol.” (...)

Fique, vamos conversar tranquilo, sem alterar o humor, sem alterar a voz, sem perder o brilho, o carinho que batiza a vida!



“Oh! Poesia me ajude, vou conlher avencas lírios, rosas, dálias, pelos campos verdes que você batiza de jardins do céu.” (...)



Vamos manter as nossas conquistas, a nossa ideologia, as nossas fantasias, que brilham noite e dia sem nós desanimar.



“Mas pode ficar tranquila, minha poesia, pois nós voltaremos, numa estrela guia, num clarão de lua, quando serenar. Ou talvez quem sabe, nós só voltaremos, no cavalo Baio, no alazão da noite, Cujo o nome é raio, raio de luar. (...)



Renato Garcia
(e-mail de contato: renatogarcia.jornalismo@gmail.com )
Texto de Renato Garcia adaptado a canção Viagem de Clara Nunes.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Quando o que eu mais queria...


Voltando aos tempos de criança sempre trago lembranças do tempo que a tecnológia ainda não fazia parte da vida das pessoas.



As brincadeiras eram outras, as diversões às vezes perigosas, mas, porém divertidas. Olha que não tem tanto tempo assim, a vida era uma brincadeira gostosa de se brincar.


A infância de muitos se passaram desde colar um simples adesivo em sua primeira bicicleta até correr pelas ruas de pés descalços atrás de pipa, atrás da bola, subindo nas árvores para colher o seu fruto.


Bem no fundo eu me lembro de situações que pra sempre vão ficar marcadas, como aqueles que sempre me fizeram companhia nas minhas travessuras e que hoje infelizmente a maioria nem sei mais seus verdadeiros paradeiros.


A vida se resume em passagens às vezes prazerosas em se lembrar e outras nem sempre. Como naquela noite a alguns anos atrás que a bebida fez parte do nosso dia e no fim da noite depois de um cochilo inesperado ao volante, provocamos pânico, terror e temor nas ruas de nossa cidade.


Mas como o sábio Renato Russo dizia em um dos seus versos: “Quantas chances desperdicei, quando o que eu mais queria, era provar pra todo mundo, que eu não precisava provar nada pra ninguém” (...)


Assim aprendemos os verdadeiros valores da nossa vida, marcada por situações que nós rodeiam há todos os instantes.


Renato Garcia


(e-mail para contato: renatogarcia.jornalismo@gmail.com )

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Atento a todos os movimentos



Deparei-me alguns dias atrás naquele velho lugar, o mesmo som, as mesmas pessoas, me senti em casa ao ver os velhos “amigos” me cumprimentarem. O movimento do tráfego, o velho e bom gosto e do álcool na boca, que amarga e alegra a vida de muitos, os perigos da noite. Tudo isso me faz muito bem, descobri nos últimos tempos a alegria de ver o dia amanhecer, ao lado daquelas meninas que fazem tremer qualquer homem.

Sorrindo sem motivo, agora sim, sigo meu caminho de cabeça erguida. Agora sozinho e sem me envolver com aqueles que antes, eu tentei me aproximar querendo provar, mostrar o valor que eu tenho a quem não deveria.

Em menos de um ano eu descobri os verdadeiros amigos que eu tinha, acabei sozinho muita das vezes, sem saber pra onde eu iria. Atento a todos os movimentos, olhei pra cima, e lá pude perceber que alguém do alto me protege . Quando as ruas se encontram vazias, cruzamentos que durante o dia são perigosos é que gosto de observar a beleza das estrelas é o poder das luzes.
A algum tempo eu criei um trecho que gostei e volto a repetir :   Como tudo passa  e eu tinha certeza disso, chegou a minha vez de aproveitar, eu sempre saio na noite procurando alguém que me POSSA acompanhar.


Renato Garcia(e-mail para contato: renatogarcia.jornalismo@gmail.com)

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Foi maravilhoso cada segundo



Do mesmo modo do dia que nos conhecemos, eu quero guardar suas lembras, alegria no olhar, e daqui pra lá e de lá pra cá você andava e sua sobra brilhava sobre as areias.




Agora você está tão longe de mim, em outra cidade, outro país sei lá. Nem por telefone, nem via e-mail, eu não sei o que foi feito de você. Poxa vida, será que não vou te esquecer? Lembro-me ainda da sua companhia de seus sorrisos, pequenos detalhes que me deixam feliz.



Esses dias enquanto eu espairecia em uma janela qualquer, observei por alguns segundos seus lentos passos, e o som da batida dos seus sapatos batia em conjunto com o meu coração.



“Porque será que tem que ser assim? Agente gosta , agente ama, agente muda e o tempo trás verdades nos seus olhos deixa ver solidão abusa. Foi tão bonito, tão intenso, tão maravilhoso cada segundo. E a vida nos revela cada dia uma nova cena de um outro mundo. Foi eterno enquanto durou, foi sincero o nosso amor, mas chegou ao fim. Guardei as fotografias, coloquei numa caixa vazia” (...).



Renato Garcia 

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quarta-feira, 16 de setembro de 2009

A velocidade do tempo negro


O tempo passa e tenho a sensação de estar a cada dia que passa mais distante de mim mesmo. Sentado observo o que fiz da minha vida até aqui. Sozinho em casa, vejo vultos lembro de épocas passadas e a saudade bate no meu peito com o gosto de solidão.



As coisas acontecem e o tempo passa rápido demais, antes sentando em uma praça o dia todo jogando conversa fora, e sem pensar nas consequências aprontávamos travessuras.


Tenho um sentimento ligado à adolescência e vejo escorregar entre os meus dedos a minha juventude a cada dia. Pessoas que eu gosto e que aumenta a cada dia o medo de perdê-las, em razão do tempo que é cruel e não retarda sua ação.


Esses dias olhando um álbum de fotografia antigo da família me ví sentando em uma das salas da casa que antes eu residia. Eu, minha irmã e minha mãe ajoelhadas em um tapete de lã, próximos à cozinha.


Minhas crônicas passam por épocas que o sucesso era de outras pessoas, lembro-me vagamente quando o rádio era sucesso absoluto e o som do legião urbana divida espaço com astronauta de mármore do nenhum de nós.



Como um filme que passa lentamente e como o sol brilha todas as manhas, lembro das palavras de um compositor nordestino que diz sobre a transição dos tempos e suas palavras eram exatamente assim: “Quando eu não tinha o olhar lacrimoso, que hoje eu trago e tenho. Quando adoçava o meu pranto e o meu sono no bagaço de cana de engenho. Quando eu ganhava esse mundo de meu Deus, Fazendo eu mesmo o meu caminho. Por entre as fileiras do milho verde que ondeiam com saudade do verde marinho (...). Mas veio o tempo negro e a força fez comigo o mal que a força sempre faz, não sou feliz, mas não sou mudo hoje eu canto muito mais” (...).


Renato Garcia
(E-mail para contato:  renatogarcia.jornalismo@gmail.com  )

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Desabafo a palo seco


Converso com pessoas, aprendo coisas novas a cada instante, escuto histórias que me divertem e me assustam. Vou-me equalizando conforme o ritmo do som, lutando para não cair nas frequências diárias do nosso dia-a-dia.

“Mas ando mesmo descontente, desesperadamente eu grito em português. Tenho 25 anos de sonho, de sangue e de América do Sul. Por força deste destino, um tango argentino me vai bem melhor que um blues” (...)


Andei por um tempo sumido de algumas pessoas e lugares, pois por um tempo fui alvo de comentários que me deixaram por dentro frustrado, abalado, desnorteado.


“Se você vier me perguntar por onde andei, no tempo em que você sonhava de olhos abertos lhe direi, amigo eu me desesperava” (...)


Por não ter outra opção segui meu caminho calado, mesmo sendo massacrado, eu tirava saro e me divertia pelos quatro cantos dessa cidade.


“Sei que assim falando pensas, que esse desespero é moda em 73. Eu quero é que esse canto torto feito faca, corte a carne de vocês”. (...)

Texto de Renato Garcia  adaptado à canção “A palo seco” do cantor e compositor Belchior.

(e-mail para contato: Renatogarcia.jornalismo@gmail.com)

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Organizar, sincronizar e progredir




Apenas com a luz de um cigarro, vou decifrando os labirintos que cercam minha vida, caminhos escuros, frios e difíceis, mas vou encontrando novas saídas.  



Aprender a andar de bicicleta, trás medo, mas superamos a insegurança, vamos pedalando pelos caminhos da vida. Às vezes caímos, às vezes machucamos, mas em questão de pouco tempo aprendemos a soltar as mãos, a realizar manobras e fazer curvas que jamais imaginaríamos que um dia conseguiríamos fazer.


Se pararmos pra pensar, podemos comparar a sociedade que sonhamos com uma bicicleta que funciona de forma sincronizada, perfeita e organizada.



A bicicleta tem o quadro que é a estrutura, tem a corrente a catraca e a coroa que é a força de vontade de conquistarmos os nossos sonhos. Tem a roda que é o instrumento que dá agilidade, o cilindro que dá o conforto, o freio que é o equipamento de segurança e o guidom que nós dá a direção.


Na vida precisamos de estrutura familiar, precisamos de trabalho e força de vontade para conseguirmos realizar o que sempre almejamos. Ficar ágil e rápido nas funções que exercemos, procurar divertimos nas horas certas, do freio para refletirmos e de uma boa direção para irmos sempre nas direções corretas.


Ninguém é perfeito ao ponto de julgar o próximo por atitudes cometidas, todos nós já erramos.


Regar a vida com amizades boas, atitudes corretas, procurar viver na harmonia da paz, são os ingredientes que precisamos para alcançarmos uma sociedade mais justa e igualitária.

Renato Garcia

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quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Tristes pensamentos ligado a gostosos sorrisos


O seu sorriso sempre prendeu minha atenção, esse meu jeito complicando te deixou sem entender, me afronto a todo tempo com provocações inúteis que não me levam a lugar nenhum.

Observei há alguns dias atrás pela manha, uma das suas irmãs me olhando de cara feia.

Eu simplesmente fiquei alucinado ao te ver naquele canto em cima da calçada sentada com uma pessoa estranha, que te ouvia, cantava e soltava algumas gargalhadas.

Fiquei parado debaixo da sombra de uma árvore qualquer em uma rua deserta, pensando, pois tive nessa noite um sonho muito estranho.

O tempo era seco e ventava demais, o vento soprava o gosto gostoso das chuvas, disso eu ainda me lembro muito bem.

Nas noites vadias eu sempre me encaixo bem ali embaixo daquele varal e me pego enlouquecido igual aquele vendaval.

Tudo agora é tudo tão vazio aqui, olho a água do rio batendo nas pedras e me vejo sem jeito. Assim eu  sigo, pensando se a vida é somente isso.

Renato Garcia

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terça-feira, 28 de julho de 2009

Cotidiano, sonhos e liberdade

Você naquela noite apareceu sem avisar e me pegou a cantarolar sentando ali naquele lugar.

Você com seu jeito calado olhar envolvente, passava e não escondia a vontade de vir até mim conversar.

Mais como tudo passa e eu tinha certeza disso, chegou a minha vez de aproveitar, eu sempre saio na noite procurando alguém que possa me acompanhar.

Minha vida é um mistério que nem eu sei desvendar, com essa minha cara lerda eu vou buscando por caminhos novos, onde eu possa me encontrar.

Na verdade não te ofereci o bastante, para que você pudesse notar que minha na ausência o meu calor um dia pudessem te faltar.

Como diz a letra de um compositor, “jamais perca seu equilíbrio, por mais forte que seja o vento da tempestade”, ainda me lembro que entrei em latada em algum canto dessa cidade.

Eu olho pro céu e vejo o brilho forte daquela estrela, pois é dela que vem a força e o brilho que hoje me rodeia.

Depois de você, minhas crônicas vêm despertando a cada nova história um personagem, que mesmo sem identidade conta histórias exorbitantes.

Sem me queixar continuo a andar em busca dos sonhos que eu ainda vou alcançar, essa minha inspiração me lembro ainda veio à beira do mar a imensidão que eu posso conquistar.

Renato Garcia

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terça-feira, 21 de julho de 2009

As surpresas das rotinas


Todos os dias trilho os mesmos caminhos, deixo a rua me levar vou caminhando sem destino.

Às vezes me pego pensando pra onde estou indo, perdido em pensamentos presos neste destino.

Destino irônico que adora pregar peças hilárias, confusões, paixões até chegar a essa minha vida hereditária.

Sem andar a pé como era de costume vou criando um relicário de sapatos antigos e velhos costumes.

Como um idoso cheio de manias eu me pego aprontando travessuras que incomoda, diverte e me trás alegria.

Prestes a completar vinte e duas primaveras de vida, já passei por aventuras perigosas mais divertidas.

Quantas amizades você crer que construiu em mais este ano de vida?
Quantas ideologias suas que você viu passarem despercebidas?
Quantas vezes suas palavras diziam a verdade mais ninguém te ouvia?
E aquela vez que você aprontou e se arrependeu da cena que cometeu?

Espairecendo eu vou crescendo a cada dia, deixando a rua me levar eu vou caminhando sem destino. Eu sempre saio de casa triste, mas volto sorrindo.
Renato Garcia
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terça-feira, 30 de junho de 2009

Companheira

Não consigo mais parar com essa vida de boêmio não, de dia, de noite eu vou me expondo bebendo e cantando tentando achar uma solução.

Feito um vaga-lume eu vou iluminado à escuridão, vem sua lembrança e mexe com minha emoção.

E vou procurando e vou mudando de ilusão de mão e mão eu vou tentando assim acabar com essa solidão.

Sentado à tarde, curtindo o som de um violão ouço alguém chorando também por causa de uma paixão.

Já não me iludo e nem me preocupo mais com essa sensação, já acostumado sigo andando procurando uma direção.

Eu não sou ingrato e não abandono quem me consolou, você foi embora e a boemia foi à companheira que não me deixou. Nas madrugadas, nas noites frias tava ela ali, junto comigo me consolando até eu dormir.

Final de semana eu abro e fecho o bar do João, lá naquela esquina eu bebo e choro com meu violão, até hoje canto e lembro da nossa canção.

Já bebi demais sentado aqui, chorando sozinho arrumei confusão, parece que quando tudo esta ruim aparece sempre uma nova situação.

Ela me entende e não me desdenha por nada não, errado ou certo ela sempre me entende, essa boemia é o que faltava no meu mundo de ilusão.

Não tenho amigos e não procuro outra ilusão, hoje o que restou foi minha companheira boemia que me trouxe anestesia pra me tirar da solidão.

Renato Garcia

(e-mail para contato: Renatogarcia.jornalismo@gmail.com )


sexta-feira, 19 de junho de 2009

Vida de boteco

Tudo parecia ter passado, mas sempre vem sua lembrança. Penso em você, mesmo sem querer ou ao menos você sonhar em saber.

Você foi atriz fingido me amar, na hora do prazer já te ví até chorar de emoção, me perguntando por que eu fazia assim, de um jeito que ninguém nunca te fez sentir.

Hoje me encontro cada vez mais distante de mim mesmo, sozinho sentando de bar em bar, às vezes me pego falando sozinho tentando me enganar.

De gole em gole a embriagueis chega e eu começo a me lembrar de você, dos momentos felizes e até das nossas brigas por motivos banais.

Você desapareceu trilhando outros caminhos. Creio que em algum momento você pensou bastante em mim, mas a vida é mesmo assim. 



Lembre-se se puder se não der esqueça...

Renato Garcia

(e-mail para contato: renatogarcia.jornalismo@gmail.com)


sábado, 13 de junho de 2009

Publicidade nos meios de comunicação


Hoje tudo que vamos fazer existe de certa forma a publicidade inserida é produtos como de academias, roupas, política, noticias dentre outros.

Programas de divulgação instantânea vêm surgindo a cada dia com objetivo de facilitar a vida de quem vive de publicidades de vendas e etc.

Hoje na TV, no rádio, em panfletos, jornais impressos e principalmente na internet a publicidade vem invadindo e tomando conta das ofertas.
No meu ponto de vista os meios de comunicação têm ganhado muito com esses novos meios de interação instantânea.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Foto jornalismo o avanço entre a escrita e a imagem

A profissão de fotojornalista é uma profissão que nos remete o registro de acontecimentos a veracidade dos fatos.

Hoje com a tecnologia avançada ficou mais fácil trabalhar com fotografia segundo Sérgio Rocha profissional da área hoje em dia consegue-se encaminhar em media de 5 minutos imagens ao mundo inteiro.

Sérgio Rocha disse também que a foto digital veio para somar nos trabalhos de hoje em dia e que as fotos analógicas ficaram como artísticas.

“O foto jornalismo servirá como documentos históricos”, conclui Rocha.

terça-feira, 26 de maio de 2009

TV digital qualidade e participação


Os novos modelos das novas tecnologias chegam com tudo em nosso país, hoje podemos ter acesso a programas de TV na internet.

Podemos interagir e enviar sugestões de assuntos debatidos no Ar ao vivo, pode-se participar dos assuntos que o apresentador está discutindo na hora.

Com a TV digital acaba o problema de fantasmas, dos programas chegarem com má qualidade até as nossas residências e o mais importante poderemos assistir TV em qualquer lugar que estivermos, com a mesma qualidade. TV digital um grande passo na tecnologia brasileira.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Rádio digital à inovação


A tecnologia digital começa a invadir as nossas vidas, com o objetivo de aumentar a qualidade tanto da imagem quanto do áudio.


Todos nós já ouvimos falar de TV digital, agora surgem especulações para a implantação dessa nova tecnologia nas emissoras de rádio.


A qualidade sem sombra de dúvidas aumentará de forma assustadora, segundo especialistas no caso com a implantação dessa nova tecnologia será possível através de um aparelho à retirada de cupons de promoções, ingressos, boletos bancários e etc.


O grande problema do rádio digital é o auto investimento que terá que ser feito para melhoria dos sinais, ruídos, sons jamais vistos poderão ser implantados nas rádios digitais.

Nós dias de hoje facilmente encontramos rádios on-line por toda a rede da internet, um avanço positivo para a área da comunicação.